A trajetória da Falkol Storm para a conquista de seu Terceiro Unilol.

No ultimo final de semana, tivemos a realização de mais Unilol nos estudios da Riot Games em Sâo Paulo. A expectativa era grande , até pq o Unilol é a decisão de um longo circuito classificatório  e nesse evento são realizadas séries Md3 e Md5 para decidir o melhor time do ano no cénario universitario brasileiro de Lol.

A premiação, além do prestigio dentro da comunidade é a oportunidade de disputar a copa Internacional de Lol. Vale ressaltar, a trasmissão que foi feita pela Riot Games que não deve em nada para os grandes eventos realizados em solo brasileiro

1° Dia – Semifinais

Storm x Blackbulls

No primeiro dia começamos com a série entre a Blackbulls e Storm. Ao contrario do esperado, a Storm não começou jogando com o hype todo que tinha, perdendo o early game em todos os jogos para a BlackBulls.

Inclusive foi dito pela transmissão oficial que a Blackbulls teve o jogo nas mãos e não soube aproveitar os bons momentos para derrubar o Nexus adversário.

Foto: Bruno Alves (Flickr Riot Games Brasil)

Mas como o que conta na verdade é quem derruba o Nexus, a Storm ganhou a série por 2 X 0 . O ponto positivo, foi ver que o time tinha muita calma para ver as oportunidades de reverter a situação e também muito coração para não desisir. Lembrando que no primeiro jogo a Storm chegou a ter abertos os inibidores do top e mid.

Foto: Pedro Pavanato (Flickr Riot Games Brasil)

O destaque do time foi o jogador da rota do topo Leonardo “Sidera” Biazzuto que mesmo jogando com kyle e Gangplank que em tese são dois campeões que tem o ínicio de jogo fraco e que em muitas ocasiões precisam da assitência do jogador da selva. Mesmo assim, o jogador conseguiu ganhar trocas no ínicio do jogo, inclusive um dos motivos de o mesmo ter chamado tanta atenção positivamente foi esse desiquilibrio a favor que o jogador trouxe para a Storm

Minerva x Avalanche

Após uma primeira série emocionante, chegamos a uma segunda série que também foi muito boa de se assistir entre os times da Minerva e da Avalanche, a primeira partida foi um stomp por parte da minerva.

Foto: Pedro Pavanato (Flickr Riot Games Brasil)

Eles simplesmente passaram por cima da avalanche, a príncipio a Minerva demonstrou o melhor do Unilol até então com um macro game bem avançado e jogadores muito bons mecanicamente, a Storm que na ocasião já aguardava seus futuros adversários para a final que viria a ocorrer no dia seguinte tinha muito o que pensar pois, eles estavam afim de aprontar.

No segundo a Avalanche equilibrou mais ações, porém o Atirador Matheus “frozenfrost” Guimarães mostrou um desempenho muito bom, sempre bem posicionado e com um domínio muito bom das skills do Varus.

Foto: Pedro Pavanato (Flickr Riot Games Brasil)

Um dos destaques da série foi o atirador Matheus “frozenfrost” Guimarães, por mais que no primeiro jogo o destaque tenha sido dado para o jogador da selva Thales “POMBO ALIENIGENA” Sampaio, no geral o atirador mostrou dois desempenhos bem solidos com relação a todos os fundamentos do Lol e também com relação ás mecanicas que se mostraram sempre apuradas.

Alias, a parte inferior do time da Minerva foi a mais elogiada do time e isso se deve muito pela solidez demonstrada por seu atirador.

2° Dia – Grande Final

Depois de duas semifinais com um nível bem alto tanto com relação ao macro game quanto ao micro game, as expectativas estavam bem altas para a grande final. De um lado a atual bicampeã Storm gaming, do outro a renovada Minerva que até então tinha apresentado o melhor desempenho nas semifinais.

O que se viu na série Md5 que decidiu o Unilol, foram jogos bem equilibrados mas com o jogador da rota do Topo da Storm continuando mostrando um forte domínio em sua rota e em contraponto a Minerva tentava equilibrar as ações amassando seus adversarios pela rota inferior.

Foto: Bruno Alves (Flickr Riot Games Brasil)

O primeiro jogo, foi de tirar o folego, a Storm se adaptou a força da rota inferior da Minerva colocando um Mago na posição de atirador, no caso o Veigar, o fator que desiquilibrou o jogo foi o Jarvan IV na selva que ganhou ritmo e chegou em um ponto que estava forte o suficiente para desiquilibrar o jogo a favor da Storm.

No segundo jogo, a Minerva mostrou ter cartas na manga trazendo Nidalle na selva, campeão esse que não tem tido grande prioridade cénario profissional e pela primeira vez o topo da Storm foi amassado, isso aconteceu com o time da Minerva trazendo Yorick para a rota do topo. Com tudo isso, o GangPlank que foi selecionado pelo topo Leonardo “Sidera” Biazzuto, conseguiu escalar bem para o late game.

Leonardo “Sidera” Biazzuto um dos destaques da Storm no Unilol.

O que trouxe bastante emoção para o jogo. Mas no final a Nidalle escolhida pelo time da Minerva conseguiu conectar boas lanças sendo decisiva. Inclusive ao meu ver, com a jogada mais bonita do torneio, quando ele usa o flash para acertar a lança e divar a Xayah embaixo da torre.

Foto: Bruno Alves (Flickr Riot Games Brasil)

Na terceira partida, a Storm não se deixou abalar e manteve a estatégia de dar apoio a seu jogador na rota do topo que por sua vez, continuou impecavél em seu desempenho conseguindo abates solo no ínicio do game. Houve contestação, mas foi em vão, o jogador da selva “Raposa” ganhou bastante relevância com seu Pantheon e foi considerado o melhor jogador da partida.

O quarto jogo, foi unilateral e a Storm dominou completamente as ações para cima da Minerva, segundo os comentaristar da Riot foi o jogo mais unilateral de todo o campeonato. Foi o jogo que demonstrou todo aquele Hype que vinha sido a equipe antes do campeonato, a Storm estompou a Minerva no ultimo jogo.

Jogadores e comissão técnica comemorando mais um título

O destaque se deu para seu jogador da selva, com a justificativa de que ele deu plenas condições para que isso acontecesse. Assim a Storm se tornou tricampeã do Unilol !!!!

Melhor Jogador

Nessa parte, vou dar minha opinião pessoal sobre quem foi o melhor jogador que para mim foi o jogador da rota do topo Leonardo “Sidera” Biazzuto que foi destaque na maior parte dos momentos e quando o time ficou atrás, foi sempre ele quem segurou para que seus companheiros pudessem voltar ao jogo para que pudessem ganhar.

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